quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pegadinhas da língua portuguesa em concursos e vestibulares - Parte II

Pegadinha 6
Inglaterra confirma invasão ao Iraque.
Jamais poderá ocorrer invasão a lugar algum. Porém, o que é possível acontecer é invasão de algum lugar. Escreve-se com correção, assim:
Inglaterra confirma invasão do Iraque.
Veja, a seguir, outros exemplos corretamente escritos:
Invasão de privacidade.
Invasão de domicílio.
A invasão do estádio pela polícia deu-se às 20 horas de ontem.

Pegadinha 7
O acidente aconteceu porque o motorista dormiu no volante.
Para que alguém consiga dormir no volante, é necessário que este seja, no mínimo, do tamanho de uma cama. Convenhamos, volantes desse tamanho ainda não foram fabricados. Então, melhor seria dormir no banco do automóvel ou, mais adequadamente, em uma cama com mais conforto. Quem dorme bem, dorme em algum lugar. Já "dormir próximo" ou "junto" significa dormir a (preposição) com o respectivo artigo (o ou a).
O correto seria escrever:
O acidente aconteceu porque o motorista dormiu ao volante.
A seguir, outros exemplos de frases corretamente grafadas:
A moça dormiu ao computador.
O marinheiro dormiu ao timão.
Romeu dormia à janela de Julieta.

Pegadinha 8
Marcos é um parasita da mulher.
Parasita, com a final, é denominação exclusiva de certas plantas. Para pessoas e animais, usa-se parasito.
O correto seria escrever:
Marcos é um parasito da mulher.
Eis outros exemplos de frases corretamente grafadas:
Raquel age como um parasito da mãe.
Há sujeitos que são autênticos parasitos da sociedade.
A pulga é um parasito, como também o é o carrapato.
Precisamos exterminar as parasitas que estão nessa árvore.
As parasitas debilitaram nosso pomar.

Pegadinha 9
Confesso que me simpatizei com ela.
O verbo simpatizar, como também seu antônimo antipatizar não são empregados com pronomes. Portanto, escreve-se correto grafando-se assim:
Confesso que simpatizei com ela.
Abaixo, seguem outros exemplos de frases corretamente escritas:
Você simpatizou com a moça, mas ela antipatizou com você.
Antipatizo com políticos em geral.
Simpatizamos com a nova professora.
Eles antipatizam conosco.

Pegadinha 10
Ela quer se aparecer.
Certos verbos são essencialmente pronominais, como suicidar-se. Outros, porém, jamais podem ser usados com pronomes, como os verbos da dica anterior, simpatizar ou antipatizar. Trazemos um desses verbos que jamais são usados com pronome, que é o verbo aparecer. Esse é um típico verbo intransitivo. Não admite voz reflexiva, objetos de espécie alguma. Não se pode aparecer ninguém e, também, aparecer a si mesmo.
Escreve-se corretamente, assim:
Ela quer aparecer.


Fonte: 126 Pegadinhas em Língua Portuguesa - E-book disponível em http://www.softwareebookecia.com
 (adaptado).

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dicas úteis para a correta utilização da Língua Portuguesa

DICA 01
Muitas vezes ouvimos alguém dizer: - Eu deveria ter trago o livro. O certo é dizer: Eu deveria ter trazido o livro.
Comentário: Existem os verbos abundantes. Possuem dois particípios (regular/irregular): trazido/trago, imprimido/impresso, matado/morto etc. Com o regular, devemos usar ter e com o irregular devemos usar ser. Por exemplo: ter matado/ ser morto.

DICA 02
Ir ao encontro: Em favor de. "A tua resolução veio ao encontro dos meus desejos." Na direção de: Caminhou ao encontro do amigo.
Ir de encontro quer dizer em contradição com; contra. Exemplo: "O carro foi de encontro ao muro."

DICA 03
Xerox ou xérox? As duas pronúncias estão corretas, devemos nos atentar apenas para o acento. Usando tais palavras estaremos incorrendo em metonímia: a marca pelo produto. Cópia ou fotocópia poderá substituir.

DICA 04
Recorde ou "récorde": a pronúncia correta é com a sílaba tônica na penúltima sílaba, pois a palavra não possui qualquer acento gráfico para classificá-lo como proparoxítona. A mesma regra é aplicada à palavra rubrica. Veja que não tem acento gráfico.

DICA 05
Como devemos escrever as horas? São utilizadas duas maneiras (embora a segunda seja a mais aceita): 18h52 ou 18h52min. Quando os segundos são mencionados, grafa-se da seguinte maneira: 15h42min10 ou 15h42min10s. Não se usa ponto, a não ser que seja no final da frase. A escrita de metro deve ser "m" somente, nada de 10 mts.

DICA 06
Duzentas gramas ou duzentos gramas? A segunda opção é a correta, pois o sistema de medidas é masculino: quilogramas, gramas etc.

DICA 07
Como escrever a partir e bife a cavalo? É comum se ver escrito em anúncios o "a" com acento indicativo de crase, todavia a regra dispõe que diante de verbo e de palavras masculinas não ocorre crase.

DICA 08
"Subcídio" ou "subzídio"? Na palavra subsídio, o "s" tem som de "c" e não de "z".

DICA 09
Quando usar "a" ou "há"? O "a" usa-se quando se referir ao futuro, o "há" refere-se ao passado. Exemplo: 1) Daqui a dois dias farei a prova. 2)  dois dias não o vejo (que quer dizer "faz dois dias que não o vejo". Nunca use "fazem dois dias").

DICA 10
Está certo falar "se eu ver a Maria"? Não, está errado. O correto é falar "se eu vir a Maria" ou "se eu a vir".

DICA 11
Assistir o filme ou assistir ao filme? O certo é "assistir ao filme", pois o verbo assistir nesse caso é transitivo indireto. É transitivo direto quando significar ajudar, prestar assistência: "O médico assistiu o paciente".

DICA 12
Cito algumas abreviaturas: h = hora(s), kg = quilograma, = metro(s). O ponto só deve ser colocado se a frase tiver acabado.

DICA 13
A palavra "champagne" aportuguesada fica champanha, e é masculina, por isso devemos dizer: "Vamos tomar um champanha?
Também são masculinas (Cegalla, 1984, p. 119):  (pena), sósiaherpespernoitepúbis. São palavras femininas: omoplatalibidocal,cataplasma.

DICA 14
Algumas pessoas falam "Se caso eu for...". As conjunções SE e CASO devem ser empregadas separadamente: "Se eu for" ou "Caso eu vá".

DICA 15
Uso dos porquês. Porque = ,pois: "Passou na prova, porque estudou bastante". O porquê é substantivo, geralmente é precedido de artigo: "Não sei o porquê de tua pergunta". Por que pode ser substituído por motivo pelo qual. Exemplos: a. Por que o evento não aconteceu? b. Não sei por que isso aconteceu.

DICA 16
Não diga (o certo é):
- Menas (sempre menos)
- Iorgute (iogurte)
- Mortandela (mortadela)
- Mendingo (mendigo)
- De menor, de maior (é simplesmente maior ou menor de idade)
- Cardaço (cadarço)
- Asterístico (asterisco)
- Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa)
- Meia cansada (meio cansada)

DICA 17
Escreva:
- Mal - quando trocar por bem;
- Mau - quando trocar por bom.

DICA 18
Homens dizem OBRIGADO e mulheres dizem OBRIGADA.

DICA 19
Para EU fazer, para EU comprar, para EU comer, e não para MIM fazer, para MIM comprar ou para MIM comer. Pode-se usar o MIM quando a oração terminar: Maria, você trouxe o livro para mim?

DICA 20
Não é eu VOU ESTAR MANDANDO, VOU ESTAR PASSANDO, VOU ESTAR VERIFICANDO, e sim EU MANDAREI ou EU VOU MANDAR, PASSAREI ou VOU PASSAR e VERIFICAREI ou VOU VERIFICAR (muito mais simples, mais elegante e CORRETO).


Contribuição de Viviane Righi

sábado, 19 de novembro de 2011

Pegadinhas da língua portuguesa em concursos e vestibulares - Parte I

É muito comum nos depararmos com as famosas pegadinhas em provas de concursos e vestibulares. Selecionei algumas para postar aqui, pois é muito comum sermos pegos nessas "armadilhas" da língua portuguesa. Então, vamos lá!


Pegadinha 1
Desculpem o transtorno.
O verbo desculpar é transitivo direto e indireto, isto é, ele possui dois objetos: um direto e outro indireto. A ordem em que esses objetos figuram na oração é indiferente. Pode vir primeiro o objeto direto, depois o indireto, ou vice-versa. Trocando em miúdos, quem desculpa, desculpa alguém por alguma coisa. O objeto direto é sempre uma pessoa e o indireto é alguma coisa. Seria muito desagradável, neste caso, procurar o transtorno para desculpá-lo por alguma coisa que tenha feito de errado. Será que foi o transtorno quem escreveu essa frase?
O correto seria escrever:
Desculpem-nos pelo transtorno.


Pegadinha 2
Agradecemos a preferência.
Vamos aprender a agradecer em bom português. Muita gente boa agradece mal aos seus clientes por falta de conhecimento de transitividade verbal. O verbo agradecer, nessa construção, possui outra regência, que o transforma num transitivo indireto acompanhado de um adjunto adverbial de causa. Na frase errada, acima, o
agradecimento é dirigido à causa (= a preferência) e não ao seu agente (= o cliente ou os clientes).
Para agradecer, corretamente, deve-se escrever assim:
Agradecemo-lhes pela preferência.
ou
Agradecemos aos nossos clientes pela preferência.


Pegadinha 3
São os banqueiros que acabam lucrando.
Neste tópico de dicas de português para concursos, a expressão é que não é genuinamente um verbo. Trata-se simplesmente de uma locução de realce, que a usamos, evidentemente, para dar destaque à ideia expressa na frase. Por tratar-se de um mero adorno frasal, essa locução é totalmente dispensável sem prejuízo para o sentido da oração.
Exemplo:
É os banqueiros que acabam lucrando. = Os banqueiros acabam lucrando. (A igualdade é de significação, é lógico.)
Mais exemplos:
Só nós dois é que sabemos o quanto nos queremos bem. (Letra de canção portuguesa.)
Seria ridículo dizer: Só nós dois somos que sabemos o quanto nos queremos bem. A frase original pode ser escrita, sem nenhum prejuízo para a sua significação: Só nós dois sabemos o quanto nos queremos bem.
É eles que representarão o presidente. Essa frase está correta. Estaria incorreta se fosse escrita assim: São eles que representarão o presidente. Se eliminarmos do contexto a expressão de realce é que, veremos que o sentido é o mesmo: Eles representarão o presidente.
Muito cuidado! Nas questões de português, sobre concordância verbal, as organizadoras de vestibulares e concursos públicos costumam usar, de vez em quando, frases desse tipo, induzindo o vestibulando ou concursando a considerá-las incorretas.
Concluindo, indicamos como escrita correta da frase do topo a seguinte construção:
É os banqueiros que acabam lucrando.
ou
Os banqueiros é que acabam lucrando.
Lembrar: é que – é uma locução de realce.


Pegadinha 4
Gostaria de colocar minha opinião.
Opiniões não se colocam, se expõem ou se dão. Há também quem gosta de, ao final de um discurso, fazer uma colocação em vez de fazer uma exposição, que é muito mais coerente e elegante. O correto seria escrever:
Gostaria de expor minha opinião.
ou
Gostaria de dar minha opinião.


Pegadinha 5
Vou explicar nos mínimos detalhes.
Veja como, às vezes, o excesso atrapalha.
Há expressões, em nossa língua, classificadas como pleonasmos viciosos, que revelam a precariedade linguística de quem os escreve ou assim fala. Nesta dica de português, estamos diante de uma dessas excrescências. Pleonasmo é a repetição de palavras ou expressões de mesmo sentido. A expressão viciosa "nos mínimos detalhes" equivale a aberrações como "subir pra cima", "descer pra baixo", "chutar com os pés" etc. Em "detalhe" já está contida a ideia de mínimo. Detalhe significa pormenor, minúcia, no mínimo.
Se se pretendesse fazer a explicação em suas mínimas partes, seria suficiente fazê-la em detalhes, ou em seus pormenores, ou ainda em minúcias. Então escrevamos corretamente:
Vou explicar em detalhes. 
ou
Vou explicar detalhadamente.

Fonte: 126 Pegadinhas em Língua Portuguesa - E-book disponível em http://www.softwareebookecia.com.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ambiguidade é defeito de construção

Nicole Richie colocou silicone no cirurgião de Kate Hudson

O título acima é um daqueles que merecem lugar de honra na galeria das célebres frases ambíguas. Ao pé da letra, como se diz por aí, o cirurgião de Kate Hudson foi quem recebeu o implante de silicone, colocado por Nicole Richie.
É claro que o leitor dispensa a interpretação absurda, mas não deixa de percebê-la. Sua atenção é, naturalmente, desviada do foco da notícia.
Cabe perguntar o que, linguisticamente, leva a essa duplicidade de sentidos na frase. Na linguagem popular, quando dizemos que “fulana colocou silicone”, queremos dizer que ela recebeu implantes de silicone no corpo – quem os colocou não foi ela, mas, por óbvio, o cirurgião. Ora, se fosse apenas “Nicole Richie colocou silicone”, a frase possivelmente não despertaria a atenção, mas a segunda parte (“no cirurgião de Kate Hudson”) é que tira da rota o sentido pretendido.
O que se pretendia dizer era o seguinte:
Cirurgião de Kate Hudson colocou silicone em Nicole Richie
Pode, entretanto, o redator entender que a ênfase da notícia sofreria alteração com essa mudança, já que passaria a recair sobre o cirurgião, não sobre Nicole Richie. Nesse caso, resta dar tratos à bola para encontrar a formulação ideal – sem ferir o princípio da clareza!
Seguem, abaixo, mais sugestões:
Nicole Richie teve silicone implantado por cirurgião de Kate Hudson
Silicone de Nicole Richie foi posto por cirurgião de Kate Hudson

Por Thaís Nicoleti

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ditos populares – curiosidades

E a gente pensa que repete corretamente os ‘ditos populares’…
No popular se diz:

‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro’.
Correto: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro’.

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.’
Enquanto o correto é: ‘ Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.’

‘Cor de burro quando foge.’
O correto é: ‘Corro de burro quando foge!’

Outro que no popular todo mundo erra: ‘Quem tem boca vai a Roma.’
O correto é: ‘Quem tem boca vaia Roma’. (isso mesmo, do verbo vaiar)

Outro que todo mundo diz errado:
‘Cuspido e escarrado’ – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: ‘Esculpido em Carrara.’ (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso… ‘Quem não tem cão, caça com gato.’
O correto é: ‘Quem não tem cão, caça como gato… ou seja, sozinho!’


Fonte: Internet

***

E você? Falava corretamente algum desses ditos populares? Eu, pelo menos, não falava corretamente nenhum! Nossa língua portuguesa é mesmo cheia de surpresas…

Qual das duas frases está correta?

Qual das frases é correta: “Convidamos os presentes a aplaudir” ou “Convidamos os presentes a aplaudirem“?

A frase gramaticalmente correta é a segunda. De acordo com o que nos diz a regra, em língua portuguesa a forma nominal infinitivo pode apresentar-se de dois modos.

No infinitivo impessoal, considera-se apenas o processo verbal e não há flexão. Exemplo: “Fumar faz mal à saúde”.
Já o infinitivo pessoal ocorre quando se atribui um agente ao processo verbal. E é esse o caso da segunda frase (“Convidamos os presentes a aplaudirem”), em que há sujeitos ou agentes para “aplaudirem”: os presentes.

A forma verbal flexionada é, portanto, obrigatória. Também é preciso cuidado para não flexionar os dois verbos ao formar uma locução verbal, como no exemplo a seguir: “Na próxima esquina, vamos entrarmos à esquerda”. O correto seria dizer: “Na próxima esquina, vamos entrar à esquerda”.

Fonte: Revista Nova Escola

Língua portuguesa e internet: (des)aprendizagens

A tecnologia é, sem dúvida, algo que trouxe e continua trazendo inúmeras facilidades para o cotidiano das pessoas. A internet, como fruto da tecnologia, veio para ampliar nosso acesso ao conhecimento e à informação, além de trazer entretenimento, interação entre as pessoas e uma gama enorme de outros fatores que contribuem para que nos tornemos cada vez mais ”dependentes” dessa ferramenta tecnológica, pois são muitas as vantagens que ela nos desponibiliza. Porém, nem sempre a internet educa para algo positivo.

Gostaria de ressaltar, nesse post, sobre como as redes sociais e os programas de mensagens instantâneas têm “deseducado” as pessoas quanto à escrita “correta”, a escrita padrão. É comum vermos muitas abreviaturas, palavras sem acento, trocas de letras, “novos” fonemas, falta de pontuação e outros. Mas será mesmo um erro digitar fora da norma padrão da língua portuguesa quando a situação não é formal, ou quando estamos com pressa? A meu ver, a questão não se restringe apenas a um simples texto de internet digitado fora do padrão, mas, sim, às “desaprendizagens” que essa escrita/leitura podem causar. As pessoas estão tão acostumadas a digitarem apressadamente sem usar os acentos devidos, sem pontuar suas frases ou sem escrever as palavras integralmente que isso acaba influenciando no seu dia-a-dia, levando esse “desaprendizado” para o trabalho, para a escola, para a entrevista de emprego, para o vestibular ou o concurso público.

É preciso não confundirmos os vários tipos de linguagens que podemos/devemos empregar nos variados tipos de situações. Para que não ocorra a “desaprendizagem” da norma culta, é importante que nos aproximemos ao máximo dela, mesmo em situações que não exijam tanta formalidade. Digo isso para a forma escrita, pois a língua falada é mais “versátil” nesse sentido, não é tão rígida, apesar de que não devemos nos descuidar dela quando a situação exigir um certo grau de formalidade.

Sendo assim, convido vocês a fazerem um teste. Que tal se tentássemos acentuar as palavras que digitamos no MSN, nas redes sociais, nos comentários em blogs? Poderíamos pontuar adequadamente nossas frases para que o leitor tenha uma melhor compreensão do que estamos querendo dizer. Poderíamos evitar as abreviações para tornarmos nossa linguagem mais clara. Poderíamos ter sempre em mente que é legal lermos um texto bem escrito, harmonioso, claro, mesmo que seja uma simples conversa de MSN. Passa uma boa impressão, não acham? Que tal se tentássemos a partir de agora? Não é difícil…

Uma boa semana a todos!